Você precisa sair da “zona de conforto”…

Está aí um assunto muito complexo, polêmico e delicado para as empresas e também para seus Colaboradores. Isto porque trata-se de de uma “quebra de paradigmas” que necessita ser detectada e solucionada o mais breve possível.

Vejamos algumas situações sobre o assunto:

1) Muitas vezes o Gestor visualiza a percepção de que um Colaborador seu não está mais rendendo aquilo que rendia e não entende exatamente o que está se passando, se é um problema pessoal ou profissional ou vontade de sair da empresa ou um outro motivo. E este Gestor não toma a atitude de conversar com o Colaborador e solucionar o problema e com isso o imbróglio vai se arrastando. É ruim para o Gestor, para o Colaborador, assim como para a Empresa.

2) O mesmo caso citado acima pode ocorrer com um Diretor ou com o próprio Presidente da Empresa, referente à algum profissional com um cargo de confiança, Diretor, Gerente ou Gestor….

3) Há o caso da empresa contratar uma Consultoria para realizar um trabalho de Gestão Empresarial ou algo semelhante. O Consultor detecta que um Gestor ou mesmo um Colaborador não tem uma boa atuação em suas atividades ou está totalmente desmotivado e interferindo na produtividade de seus parceiros, ou vai em rota de colisão quanto à realização desse trabalho de Consultoria, ou seja, joga contra literalmente. E as consequências são as mesmas citadas acima no item 1.

4) O que dizer daquele Colaborador que literalmente “se esconde atrás de sua mesa” e que pra ele está tudo bem e não precisa mudar nada. Ele finge que trabalha, enrola o dia inteiro e se bobear ainda faz horas extras e a empresa e seu Gestor não percebem isso…

Qual a atitude correta a ser tomada nesse momento para um caso desses?

Em primeiro lugar a orientação é que o superior hierárquico converse com o seu subordinado o mais breve possível detectando o que realmente ocorre e o motivo desta situação. Logo após deve tomar a decisão correta, seja, uma “sacudida” no subordinado para voltar a motivação ou uma transferência para outra área/setor ou mesmo um desligamento, seja de ambas as partes, quando não há mais outra alternativa.

E o Colaborador o que precisa fazer?

Primeiramente este deve evitar que isso ocorra, de forma a ser profissional acima de tudo, ser honesto e justo consigo mesmo e com a empresa, que o contratou e paga os seus salários. Se há uma insatisfação deste, ele deve procurar o mais breve possível seu Gestor e expor seus problemas… “abrir seu coração” de forma a transmitir suas dificuldades, suas insatisfações, algo que não concorda, a fim de que se consiga chegar à uma solução e a um acordo, seja este de continuidade e de entendimento, ou seja, pela sua saída, pela insatisfação de continuar na empresa.

Lembrem-se: “O importante nesse mundo, inclusive o profissional, é sermos felizes”…

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